a que apelidamos de conversa de “cotas”, viramos
a cara, somos frios, revoltados.
O tempo passa e os nossos pais passam a ter outra importância
sempre atentos e disponíveis fazem-nos falta quando temos
um problema, uma desilusão. Quando acabamos um namoro,
um casamento é nos braços deles que choramos.
Quando os filhos crescem , são os nossos pais que ficam com eles
quando queremos sair, nas férias da Escola etc.
O tempo passa, os nossos pais passam a ser os avós por quem
os nossos filhos têm um carinho especial.
Envelhecem, começamos a temer por eles queremos aproveitar
todos os momentos, acompanhá-los, e é
bom que assim seja, é sinal que os respeitamos e amamos.
Para eles mesmo que tenhamos já cabelo branco, continuamos
a ser as suas “criancinhas”, sempre preocupados e atentos.
Agora somos nós os pais, gostamos que os nossos filhos estejam
também atentos a nós, ouçam o que temos para dizer!
mas ... quando tínhamos a idade deles…??!!
A vida é um ciclo, o importante é transmitir aos nossos filhos
que hoje somos nós os pais e amanhã serão eles pais de alguém
O diálogo ensina, a critica, o elogio, o não deixar passar nada
“em branco”, cada segundo cada minuto, é educação, não podemos
desvalorizar isso com um simples encolher de ombros, pois por vezes
essa atitude paga-se cara!





